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NOTÍCIA

Jovem de 17 anos 'ameaça' chacina com machado em escola de Juara

O garoto está passando por tratamentos psicológicos por tempo indeterminado. O diretor da escola que todas as medidas necessárias foram tomadas para que nada de ruim aconteça dentro da unidade escolar.

Data: Sexta-feira, 18/02/2022 15:50
Por: Metrô FM Juína
Reprodução.

Durante as aulas da Escola Estadual Nivaldo Fracarolli nesta quarta-feira, dia 16 de fevereiro, um jovem de apenas 17 anos contou a um amigo que estaria com vontade de realizar um massacre dentro da unidade escolar, matando alunos e professores.

O caso gerou pânico na comunidade escolar do município de Juara, após ser divulgados por meio de áudios de WhatsApp. Segundo informações, o jovem estaria sofrendo de depressão e cursa o terceiro ano do ensino médio.

Marcelo Oliveira, diretor da escola que aconteceu o fato, conta que o rapaz foi encaminhado para tratamento psicológico. Marcelo, relata que o jovem sempre foi calmo, bom aluno e pode ter sofrido alteração em seu comportamento após o período de aulas à distância. Ele, viu vídeos de massacre com machados na internet, além de estar de automutilando.

“Quando tomamos conhecimento do caso eu conversei com ele, mas ele não me disse nada, não abriu a boca. Foi quando eu vi que ele apresentava cortes nos braços, aparentando automutilação. Fui pessoalmente até a casa dele, conversei com os pais que disseram nem estarem sabendo dessa situação tendo em vista que ele usava somente blusas de manga longa”, contou o diretor Marcelo.

“Eu orientei que eles levassem ele a um psicólogo, onde possa receber ajuda. Ele foi um aluno que nunca deu trabalho pra nós, um aluno quieto, respeitoso e eu creio que nesses dois anos que ele ficou jogando esses jogos de morte e ao acesso à internet fora da escola por conta da pandemia, que surgiu esse ‘desejo’ de reproduzir o que ele viu”, relatou Marcelo sobre a postura do jovem.

O diretor ressalta que o jovem ficará afastado das atividades escolares por tempo indeterminado. Essa medida é para seu bem e proteção dos demais alunos, contou Marcelo.

O educador reforça as medidas para que isso não aconteça de maneira alguma dentro da escola. Vários pais não deixaram seus filhos irem para as aulas com medo de que algo pudesse acontecer.

 

Fonte: Repórter MT. 

Redação: Mitzrael Voos.