Uma mulher de 32 anos foi vítima de uma violenta agressão atribuída ao ex-companheiro durante a madrugada deste domingo (2), no bairro Bandeirantes, em Juína, no noroeste de Mato Grosso. O suspeito fugiu antes da chegada da Polícia Militar.
Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, a PM foi acionada após a irmã da vítima receber mensagens pelo WhatsApp informando que ela estaria sendo agredida. Uma equipe do 20º Batalhão da Polícia Militar foi até o endereço indicado.
No local, os policiais encontraram a mulher com lesões aparentes na região da boca e do nariz. A equipe também constatou manchas de sangue em diferentes cômodos da residência, incluindo a cozinha, o quarto e o banheiro.
Aos policiais, a vítima relatou que havia encontrado o ex-companheiro durante um evento festivo realizado na cidade. Segundo ela, os dois conversaram inicialmente de maneira amigável e, posteriormente, o homem foi até sua residência.
Ainda conforme o relato registrado pela polícia, após um desentendimento, o suspeito teria iniciado as agressões com diversos socos, atingindo principalmente a região da boca, do nariz e da cabeça da mulher.
Quando os policiais chegaram ao imóvel, o homem já havia deixado o local e não foi localizado naquele momento.
Devido à gravidade dos ferimentos, a mulher foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Juína, onde recebeu atendimento médico e permaneceu em observação.
A vítima e a irmã manifestaram interesse em representar criminalmente contra o suspeito. Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência previstas pela Lei Maria da Penha, além da realização de exame de corpo de delito.
O caso foi registrado como lesão corporal no contexto de violência doméstica e deverá ser investigado pela Polícia Civil.
Até a publicação desta matéria, não havia informação sobre a localização ou prisão do suspeito.
A Polícia Civil deve apurar as circunstâncias da agressão e reunir elementos para esclarecer o caso. A identificação do suspeito consta no boletim de ocorrência, mas, diante da ausência de prisão até o momento, ele é tratado como investigado.
O caso reforça a importância da denúncia em situações de violência doméstica. A vítima pode buscar atendimento policial e solicitar medidas de proteção quando houver risco ou ameaça.
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