A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) emitiu uma nota sobre a ação cível pública do Ministério Público Federal (MPF) contra a Jovem Pan.
Segundo a Abert, a medida, que solicita o cancelamento das outorgas concedidas à emissora, é "preocupante, extrema e grave, sem precedentes em nosso Estado Democrático de Direito". "A liberdade de programação das emissoras é fundamental para o livre exercício do jornalismo e para a existência do pluralismo de opinião, que devem ser sempre preservados", diz a nota
A Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp) também se manifestou. A entidade salientou ser bastante preocupante "qualquer tentativa de suprimir ou impossibilitar o livre exercício da manifestação do pensamento" e pontuou que "repudia qualquer medida que se destine a calar as vozes radiodifusoras".
A Aesp destacou que "não há Estado Democrático de Direito sem imprensa livre" - para a associação, medidas extremas e "incompatíveis com a Constituição Federal" impossibilitam a plena liberdade de pensamento e opinião.
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