Manoel Agostinho dos Santos, popularmente conhecido com Manezinho D’agua nasceu no dia 26 de agosto de 1945, na cidade de Feira Grande, em Alagoas. Na década de 70 ele foi para a cidade de Vilhena, Rondônia.
No estado do Paraná, desde cedo Manoel começou a trabalhar, em um dos seus serviços chegou a tocar bateria no Circo Continental. Isso quando ele tinha apenas 15 anos, mas não via futuro por que o dinheiro que ganhava gastava tudo nos finais de semana.
Sua primeira namorada foi Dirce Dos Santos, com quem se casou no ano de 1969, foram 4 anos de namoro. Eles se conheceram através da amizade do irmão dele com o sogro.
Ele organiza festas no dia das crianças, comprava caixas de doces para distribuir para as crianças no bairro São José Operário, elas faziam filas para receber os doces e presentes e também tinha um bolo. O primeiro bolo tinha 10k e o ultimo pesava 45k.
No período em que trabalhou na CODEMAT foram feitos três poços, perto da rodoviária, próximo ao finado Bodinho e outro na bolsa de diamante, neste período os três poços atendiam a demanda da cidade, tinha apenas dois bairros.
Com o aumento da demanda e com o surgimento de outros bairros, ele foi convidado para trabalhar na SANEMAT. Na época em que a SANEMAT se instalou em Juína a água era retirada da Lagoa da Garça e era levada para uma caixa d´agua onde atualmente é o DAES.
Um momento marcante foi o aniversário de 25 anos de casados, no ano de 1997, Manezinho convidou vários amigos, Hilton Campos, Gringão do posto e outros pioneiros.
Um momento triste para o pioneiro foi o falecimento da esposa em 2010, ele diz que sente a falta dela e que viveram bons momentos juntos, eles frequentavam festas e dançavam.
Senhor Manoel toca vários instrumentos, sempre era convidado para tocar em festas de comunidade. Por um tempo chegou a tocar no Valmir da Vila.
Os momentos que marcaram foram no período da CODEMAT, por ter sido bem recebido, pelas festas e amizades que fez naquela época.
Senhor Manezinho tem os filhos todos bem encaminhados, bem-criados, sempre os aconselhando a não dar desgosto. Considera que bater não resolve e prefere dar conselhos, e sempre está disposto a ouvir.
Confira a história completa dessa trajetória no áudio abaixo.