Na manhã desta quarta-feira, dia 27 de julho, ocorreu o 1° Encontro Intersetorial pelo fim da violência contra a mulher. A reunião ocorreu no Plenário do Tribunal do Júri da Comarca de Juína e contou com a presença de inúmeras figuras e autoridades públicas.
Por ser um tema de grande preocupação, a violência contra a mulher vem exigindo ações para que seja possível geral prevenção e segurança as vítimas de violência doméstica, além das políticas públicas que visam em atender a mulher na sua integridade.
O Juiz de Direto, Dr. Wagner Dupim, comentou sobre a reunião e o atual cenários de violências. “Um dos objetivos desse encontro é iniciar a estruturação de um protocolo formalizado da rede de proteção e enfrentamento à violência contra a mulher. Pretendemos desenhar um fluxograma que visa facilitar esse processo de acolhimento e proteção à mulher vítima de violência doméstica”, explicou o magistrado.
Dra. Marcela Américo Ortolan, a secretária de saúde de Juína, explicou que debater o assunto e projetar uma prevenção é muito importante.
“A secretaria de saúde, através de departamentos específicos, oferece apoio psicológico e psiquiátrico as vítimas de violência, mas queremos ir além, nós podemos unir setores e equipes e trabalhar em conjunto para prevenir e evitar a violência contra as mulheres, seja ela física, moral, sexual ou psicológica”, finalizou a chefe da pasta.
Representando a Polícia Militar, estava na reunião a Cabo Wanderleia, que explicou e mostrou os grandes índices de violência contra a mulher em Juína é alarmante.
“A patrulha Maria da Penha atua na cidade há aproximadamente, um ano e quatro meses e, durante este tempo, percebemos que as vítimas precisavam de outros atendimentos. Por isso entendemos que necessitávamos fortalecer essa rede de apoio, pensando nisso, convocamos as entidades e parceiros que podem contribuir com as ideias e serviços que visem um melhor atendimento as mulheres que são vítimas de violência”, concluiu a Cabo Wanderleia.
A recomendação para as vítimas que estejam sofrendo agressões seja física, psicológicas, ou de outra forma, é de que procurem a Polícia Militar pelo telefone 190, ou a Polícia Civil via 197 e busquem ajuda registrado um boletim de ocorrência e pedindo medidas protetivas que serão acompanhadas pela patrulha “Maria da Penha”.
Reportagem: Carlos Alberto.