Muitas pessoas que exerceram seus cargos políticos, principalmente como é o caso dos prefeitos, que podem exercer apenas 02 (dois) mandatos consecutivos, após o último ano se apadrinha a algum politico maior para conseguir algum cargo de confiança. Vale ressaltar que isso não ilegal no meio político e pode existir se problema algum.
O mais recente caso nesse sentido é o do senador da República, Carlos Fávaro, do Partido Social Democrático (2° Vice-líder) da bancada que empossado em abril do ano 2020 após a cassação de Selma Arruda e reeleito na suplementar do final do ano.
Carlos Fávaro emprega no seu gabinete em Brasília vários políticos, entre eles um ex-vereador e (quatro) ex-prefeitos incluindo Moacir Pinheiro Piovesan (Baixinho Piovesan) que foi prefeito de Porto dos Gaúchos por 02 (dois) mandatos consecutivo.
Ele foi nomeado em março deste ano como ajudante parlamentar intermediário no Senado. Além dele também são cargos de confiança do senador, Filemon Limoeiro (São Félix do Araguaia), que entrou em agosto; Divina da Silva Oda (Pontal do Araguaia), nos quadros de ajudante parlamentar júnior a partir de 3 de maio; e Layr Motta (Figueirópolis D'Oeste), desde abril.
Ao todo são 30 assessores com salários brutos que variam de R$ 7.000,00 sete mil reais) a R$ 23.000,00 (vinte e três mil reais). Muitos não precisam pisar os pés em Brasília. Eles fazem as articulações políticas em seus municípios em defesa do senador.
Entre outros da equipe de Fávaro está o ex-vereador por Campo Verde e derrotado nas urnas de 2020, que é pecuarista Pedro Cambará que está filiado ao DEM.
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