O Sindicato dos Trabalhadores Policiais Civis do Estado de Mato Grosso (Siagespoc) exige na Justiça a devolução dos valores descontados a título de adicional noturno, entre os meses de julho e setembro de 2020.
Em despacho do último dia 16 de setembro, a juíza da Vara de Ação Civil Pública e Ação Popular do Tribunal de Justiça (TJMT), Celia Regina Vidotti, determinou que o Siagespoc promova sua regularização sindical junto ao Ministério do Trabalho. Sem a formalização, o sindicato não é legitimado a representar os servidores da Polícia Judiciária Civil (PJC) no processo.
“Intimese o sindicato requerente, por seu patrono, para, no prazo de quinze dias e sob pena de indeferimento da inicial, junte aos autos o registro perante o Ministério do Trabalho, documento necessário para comprovar a legitimidade do sindicato, ou seja, sua regularidade
formal para atuar como substituto processual. O sindicato requerente deverá, no mesmo prazo, juntar ata de posse da administração/representação do sindicato, uma vez que o documento juntado se refere a mandato vigente até janeiro de 2021”, determinou a juíza.
Segundo informações do pedido do Siagespoc, houve o desconto indevido nos salários dos trabalhadores da PJC durante o home office – período em que a maior parte do funcionalismo público não atuou presencialmente em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).
Caso o Siagespoc não promova a regularização processual poderá ter seu pedido indeferido sem nem mesmo adentrar na fase de produção de provas do processo. Diversas outras classes questionam a falta de pagamento no funcionalismo de Mato Grosso como o Sindpeco (peritos criminais), Sisma (saúde), Sintema (meio ambiente) e outros.
ATOR DE QUEM AMA CUIDA ACUSA STREAMER DE HOMOFOBIA APÓS LIVE DURANTE ROCK IN RIO
PREFEITO FICA FERIDO APÓS SER ATINGIDO POR COPO DURANTE DISCUSSÃO COM POLICIAL PENAL EM MT
DEPOIS DE SINGLE E EP, LISA ANUNCIA O FILME ALWAYS LALISA
QUADRA ESPORTIVA É INAUGURADA NO BAIRRO PALMITEIRA
IFMT REALIZA RODA DE CONVERSA EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO BIÓLOGO