Em relação a defesa feita pelo ex-prefeito de Juina, Altir Peruzzo em que o mesmo diz que a lei foi entendida de forma errada, o promotor de justiça do município se pronunciou através de uma coletiva de imprensa.
Na coletiva Marcelo Linhares explica que é direito do ex-prefeito de se defender, mas o Ministério Público entende que ele deve ser condenado por isso está sendo acusado em uma Ação Civil Pública. Se caso em meio a ação tenha um acordo a mesma pode ser suspensa, mas caso não tenha acordo, o judiciário que vai julgar, lembrando que se durante o processo, o judiciário se convencer que ele é inocente, o promotor terá como obrigação constitucional de pedir absolvição do caso.
Marcelo Linhares diz que não tem interesse de condenar um inocente, mas que no momento existe uma acusação formal, com base na documentação apresentada, pois a lei que autorizava a venda colocava como obrigação a construção da sede da cooperativa, e quando Altir Peruzzo repassou o terreno, ele não colocou isso como obrigação no título.
No caso, o imóvel público doado para construção da sede de uma cooperativa foi vendido e o dinheiro desapareceu.
A cooperativa está sendo acusada pelo Ministério Público por ter se enriquecido da negligencia do ex-prefeito. Já o senhor Donizete está sendo acusado pelo ministério público, mas a justiça de Juína entendeu que o Sr. Donizete não poderia participar do processo, somente a cooperativa e o ex-prefeito, mas o ministério público não concorda com essa decisão.
Diante disso a questão foi levada para Cuiabá, onde o tribunal de justiça possa decidir se o Sr. Donizete deve pertencer ao processo ou não.
Redação: Daiane Kalsovick / Metrô FM
Reportagem: Carlos Alberto / Metrô FM
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