Jesus de Oliveira Vieira de Souza, dono da empresa Life Med Comércio de Produtos Hospitalares e Medicamentos EM, com sede em Palmas (TO), foi preso pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá),supeito de vender respiradores falsos paqra o município.
Segundo as investigações, o homem adquiriu monitores cardíacos pelo valor de R$ 10 mil e adulterou o produto para dar aparência de ventiladores e revendeu à prefeitura por R$ 190 mil cada. A Derf cumpriu o mandado de prisão na tarde de ontem (30).
Investigações identificaram que o suspeito adquiriu monitores cardíacos e adulterou o produto para dar aparência de ventiladores
Jesus foi até Rondonópolis para tentar desbloquear os R$ 3 milhões que a Justiça já tinha confiscado de suas contas como medida de proteção ao erário público, porém acabou sendo pego.
A ocorrência foi registrada pela secretaria municipal de Saúde no dia 22 de abril, quando as caixas chegaram à Undiade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade e de imediato os profissionais perceberam que eram muito leves. As caixas foram abertas e o golpe percebido.
Por meio de processo de dispensa de licitação, a prefeitura adquiriu 22 respiradores pelo valor de R$ 4,3 milhões.
Imediatamente após o registro da ocorrência, a Derf Rondonópolis iniciou as diligências deslocando uma equipe, coordenada pelo delegado Santiago Rozendo Sanches e Silva, para cidade de Palmas (TO), onde supostamente ficava a sede da empresa vencedora da licitação para dar início às primeiras diligências.
“As investigações identificaram que o suspeito adquiriu monitores cardíacos, equipamento de valor muito inferior a de um respirador pulmonar, pelo valor de R$ 10 mil e adulterou o produto para dar aparência de ventiladores e revendeu à Prefeitura pelo valor de R$ 190 mil cada”, disse o delegado.
Conforme as investigações, antes de serem entregues em Goiânia, os produtos foram vistoriados por um funcionário da Secretaria Municipal de Saúde.
Depois foi feito o carregamento e o pagamento. Os produtos foram transportados até Rondonópolis por caminhão da própria prefeitura e com escolta da Polícia Civil devido ao receio de roubo.
A Polícia não informou se há participação de funcionários da prefeitura na fraude.
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