A Tenente Coronel PM Emirella reside em Cuíaba é coordenadora comunitária dos direitos humanos do PMMT e coordenadora estadual da patrulha Maria da penha fala que o objetivo dessa capacitação, é preparar a polícia e qualificá-los para melhor atender as vítimas de violência.
A Tenente Coronel relata que assim como nas outras regiões do Mato Grosso, o programa de patrulhamento Maria da penha irá proceder da seguinte forma, o Oficial Comandante da patrulha Maria da penha de Juína fará contanto com o judiciário local, informando que a polícia estará com esse serviço á disposição para atender as vítimas e portanto, podendo encaminhar medidas protetivas de urgências para a Polícia Militar para que essa guarnição possa iniciar os trabalhos.
Ela destaca que a patrulha Maria da penha é um serviço especializado, ele não será destinado as ocorrências que chegam via 190, essas ocorrências continuarão sendo atendidas pela guarnição de serviço ordinário.
O serviço é feito por uma equipe especializada, para atender aquelas mulheres que possuem as medidas protetivas de urgência e que precisam do acompanhamento da Polícia Militar, então não são todas as mulheres que terão esse acompanhamento, somente aqueles casos mais graves, que o judiciário entender que necessitam do acompanhamento policial.
A guarnição estará disponível para fiscalizar as ordens judiciais, como afastamento do acusado da vítima e seus parentes, saída do agressor da residência e não contato com a vítima.
O programa patrulha Maria da Penha estará sendo desenvolvido dentro do estado de Mato Grosso, mas Emirella relata que esse trabalho é reflexo do desenvolvimento desse serviço da PM fora do estado como o Rio grande do Sul onde ocorreu a primeira iniciativa, seguido do estado da Bahía que foi um estado muito forte no sentido de proteção a mulher e que isso ajudou muito o cumprimento de ordens protetivas e até evitou muitos feminicídios.
Como autoridade feminina Tenente Coronel PM Emirella fala que recebeu esse programa como uma realização profissional e satisfação imensa e está sempre se empenhando nesse assunto como mulher e como servidora da comunidade.
Ela relata que estuda a violência domestica desde a promulgação da lei Maria da Penha, tem especialização em violência domestica e agora está terminando um mestrado na área, ela conta que á algum tempo já gostaria que fosse implantado um sistema para auxiliar a medida protetiva de urgência no estado, dentro da Polícia, pois já havia presenciado mulheres com essas medidas protetivas, voltarem a ser agredidas pela mesma pessoa.
O feminicídio teve uma alta muito significativa nesse período de pandemia, infelizmente essa doença potencializou a violência doméstica por que a vítima passou a ficar mais tempo com o agressor, desde o momento que não se pode sair para trabalhar o aumento de tensão das brigas acaba por serem mais frequentes e isso pode levar ao ato de violência e até mesmo a morte.
A Mulher que é vítima de agressão procure a delegacia, ligue nos canais 180 especializados para violência, para o 190 canal direto da Polícia Militar. E não deixar que a violência se agrave, Denuncie.
Redação: Alana Prudente/Metrô FM
Reportagem: Carlos Alberto/Metrô FM
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