Egito habilitou quatro frigoríficos de Mato Grosso para exportar carne ao país. A medida foi comemorada por entidades do setor, como a Acrimat e o Sindifrigo. A expectativa é alta, pois o Egito é considerado o terceiro maior mercado para a carne brasileira e chegou a comprar 165,5 mil toneladas de carne bovina no ano passado, que representou US$ 484 milhões. Em carne de frango, o Egito importou do Brasil 51 mil toneladas em 2019, com receita de US$ 67,9 milhões.
Os frigoríficos habilitados são Frigoestrela, em Rondonópolis; Marfrig e Pantanal em Várzea Grande e Golden Imex em Juruena.
Segundo o presidente do Sindifrigo, Paulo Bellincanta, a medida significa que o mercado interno vai ter um melhor fluxo com impacto positivo para a economia local. "Com a exportação da mercadoria, conseguimos desafogar o mercado interno, desta forma proporciona maior demanda e fluxo para matéria prima. Então temos uma melhora nas duas pontas, a de preço para quem produz o boi, e para quem vende a carne no atacado. O Egito tem grande representatividade na compra de carne bovina no quesito quantidade”, afirma Bellincanta.
Em todo o país, o Egito habilitou 42 novos estabelecimentos brasileiros a exportarem carne ao seu mercado. Entre eles, 15 frigoríficos de carne bovina e outros 27 de aves já podem iniciar suas vendas para o país árabe após autorização feita pela Organização Geral de Serviços Veterinários do Egito, no dia 31 de março.
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