A hanseníase, conhecida antigamente como Lepra, é uma doença crônica, transmissível, de notificação compulsória e investigação obrigatória em todo território nacional.
O coordenador do Centro de referencias especializado no controle da Hanseníase em Juína, Antonio Damião, divulgou um aumento de pelo menos 40 pessoas infectadas com hanseníase no município.
A infecção por hanseníase pode acometer pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, é necessário um longo período de exposição à bactéria, sendo que apenas uma pequena parcela da população infectada realmente adoece.
Campanhas para detectar as pessoas com hanseníase estavam sendo feitas, mas devido à pandemia do coronavírus as consultas para detectar essas pessoas diminuíram, Antonio Damião informou que assim que a pandemia passar as campanhas de hanseníase voltarão a ser feitas.
A transmissão da doença ocorre quando uma pessoa com hanseníase, na forma infectante da doença, sem tratamento, elimina o bacilo para o meio exterior, infectando outras pessoas suscetíveis. A via de eliminação do bacilo pelo doente são as vias aéreas superiores por meio de contato próximo e prolongado.
O tratamento da hanseníase está disponível no Sistema Único de Saúde de forma gratuita.
Se você apresentar sintomas como lesões ou manchas com alteração da sensibilidade térmica ou dolorosa, comprometimento dos nervos periféricos, áreas com diminuição dos pelos e do suor, áreas do corpo com sensação de formigamento ou fisgadas, diminuição ou ausência da força muscular na face, mãos e pés ou ainda caroços no corpo, procure a Unidade de Saúde do seu bairro para que um médico passa avaliar seus sintomas.
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