A audiência de conciliação realizada nesta quarta-feira (10) no Supremo Tribunal Federal (STF) terminou sem acordo entre Mato Grosso e Pará sobre a disputa territorial envolvendo uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados na divisa entre os dois estados. O encontro foi conduzido pelo ministro Flávio Dino e reuniu representantes dos governos, parlamentares e entidades ligadas à região em litígio.
Durante a audiência, Mato Grosso voltou a defender a revisão dos limites territoriais na região do Salto das Sete Quedas, argumentando que houve erro histórico na demarcação realizada em 1922. O estado sustenta que parte da área atualmente sob administração paraense deveria integrar seu território.
Já o Pará manteve a posição de que a questão já foi analisada e decidida anteriormente pelo próprio STF, que em 2020 julgou improcedente o pedido mato-grossense e confirmou a delimitação atualmente vigente com base em estudos técnicos e perícias do Exército Brasileiro.
Entre as alternativas debatidas para uma solução definitiva do impasse estiveram:
A área em disputa abrange regiões próximas aos municípios de Apiacás e Paranaíta, além de municípios paraenses como Jacareacanga e Novo Progresso. A definição territorial pode impactar arrecadação de impostos, licenciamento ambiental, prestação de serviços públicos e atividades econômicas da região.
Sem consenso entre as partes, o processo retorna à análise do STF, que deverá decidir os próximos passos da ação. A disputa territorial entre Mato Grosso e Pará é considerada uma das mais antigas do país e se arrasta há mais de um século.
AVALANCHE NO NEPAL E NO TIBETE: NÚMERO DE MORTES CHEGA A 362, E QUASE 1.500 ESTÃO DESAPARECIDOS
MISS BRASIL SUPRANATIONAL 2026 PERDE TÍTULO APÓS ANUNCIAR GRAVIDEZ
MONIQUE EVANS EXIBE RESULTADO DE CIRURGIA PLÁSTICA
JUNIOR DIVULGA TEASER DE LABIRINTO, PRIMEIRA MÚSICA DO EP NOVO
TIRO DE GUERRA DE JUÍNA CELEBRA O DIA DO SOLDADO COM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL