Condomínios do Rio de Janeiro estão pressionando por mudanças no modelo de cobrança da conta de água, alegando que o sistema atual pode gerar cobranças consideradas injustas para moradores.
A principal reivindicação é a revisão da forma como o consumo é calculado, especialmente em prédios que utilizam hidrômetro coletivo — modelo em que o consumo total do condomínio é dividido entre as unidades, independentemente do uso individual.
Moradores e administradores defendem a ampliação do uso de hidrômetros individuais, que permitem medir com mais precisão o consumo de cada apartamento, garantindo uma cobrança mais justa e proporcional.
A discussão envolve a atuação da Companhia Estadual de Águas e Esgotos e concessionárias responsáveis pelo abastecimento, além de órgãos reguladores.
Outro ponto levantado é o impacto financeiro para famílias que consomem menos água, mas acabam pagando valores mais altos devido ao rateio coletivo.
Especialistas destacam que a individualização da medição pode incentivar o consumo consciente e reduzir o desperdício, mas também exige investimentos em infraestrutura nos condomínios.
O tema segue em debate e pode resultar em mudanças nas regras de cobrança, afetando milhares de moradores na capital fluminense.
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