Os Estados Unidos emitiram nesta segunda-feira (2) um aviso urgente recomendando que seus cidadãos deixem imediatamente 14 países e territórios do Oriente Médio, diante do agravamento das hostilidades na região desencadeadas pelos ataques militares entre Washington, Tel Aviv e Teerã.
Em comunicado divulgado nas redes sociais pelo Departamento de Estado americano, por meio de Mora Namdar, assistente do secretário de Estado para Assuntos Consulares, autoridades orientaram que os norte-americanos que estejam nesses países “saíam agora” utilizando todos os meios de transporte comercial disponíveis, ante os “graves riscos à sua segurança” decorrentes da atual situação.
Não foi definida uma data limite para que a recomendação deixe de valer, e o governo alerta que a assistência consular pode ser limitada em meio à deterioração das condições de segurança.
A orientação abrange 14 países e territórios do Oriente Médio reconhecidos como perigosos para estadias ou deslocamentos no momento, segundo o aviso oficial:
Bahrein
Egito
Irã
Iraque
Israel
Cisjordânia e Gaza
Jordânia
Kuwait
Líbano
Omã
Catar
Arábia Saudita
Síria
Emirados Árabes Unidos
Iêmen
A recomendação ocorre em meio a uma intensa escalada militar entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, que tem provocado uma série de retaliações em diferentes pontos da região. Os confrontos começaram com ataques aéreos coordenados pelos EUA e por Israel contra alvos iranianos e resultaram na morte de líderes e em resposta do Irã com mísseis e drones sobre países vizinhos.
Relatos de hostilidades e ameaças diretas a embaixadas americanas e de aliados fortaleceram a avaliação de risco, levando a uma série de medidas de emergência por parte de Washington para proteger seus cidadãos no exterior.
Além de pedir a saída imediata, o Departamento de Estado incentivou os cidadãos a se cadastrarem no Smart Traveler Enrollment Program (STEP), que permite que embaixadas e consulados mantenham contato e forneçam informações atualizadas sobre a segurança local.
Autoridades americanas também instalaram uma linha de assistência 24 horas para ajudar na organização de partidas por via aérea ou terrestre, conforme a disponibilidade de transportes comerciais.
A deterioração da segurança no Oriente Médio tem afetado não apenas cidadãos estrangeiros, mas também a mobilidade de civis e operações diplomáticas na região. Países europeus e aliados dos Estados Unidos também emitiram alertas similares e tomaram medidas de proteção a seus cidadãos.
A comunidade internacional teme que a escalada continue, com potenciais impactos humanitários, econômicos e geopolíticos mais amplos, especialmente se os combates se espalharem para rotas comerciais e áreas densamente povoadas.
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