A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Juína registrou, na última semana, uma série de atendimentos que vão muito além de casos de óbito. O trabalho da instituição abrange desde exames de constatação de violência sexual, perícias em entorpecentes, exames de lesão corporal até acidentes de trabalho e crimes graves.
De acordo com a equipe, os peritos atenderam diferentes ocorrências, entre elas casos de violência doméstica amparados pela Lei Maria da Penha, perícia em arma de fogo em Juara, acidente de trabalho com vítima fatal em Porto dos Gaúchos e ainda uma perícia em aeronave suspeita de transporte de entorpecentes. Também foi registrado o recebimento de um corpo de Cotriguaçu, com suspeita de morte natural.
A instituição reforça que mortes naturais, quando acompanhadas por médico e testemunhas, não necessitam de perícia e são liberadas mediante declaração médica. Contudo, quando há suspeita de crime, envenenamento ou quando o corpo está em decomposição sem identificação, a vítima é encaminhada à Politec.
Nos últimos anos, os serviços foram modernizados. Hoje, os exames de drogas ilícitas podem ser concluídos em poucas horas, graças a equipamentos de alta tecnologia adquiridos pelo Governo do Estado. Isso tem agilizado o trabalho da polícia e das investigações criminais.
A Politec também é acionada em casos de acidentes de trânsito, mesmo sem vítimas fatais, quando solicitado pela delegacia. Além disso, o número de perícias ligadas à violência doméstica tem crescido. Tanto vítimas quanto agressores passam por exames de corpo de delito.
Em relação aos atendimentos mais complexos, a equipe ressalta que casos envolvendo crianças são os mais sensíveis do ponto de vista emocional. “São situações que exigem muito da equipe, mas sempre buscamos chegar a um resultado satisfatório por meio do trabalho conjunto de necropsistas, médicos legistas, peritos e papiloscopistas”, destacou a coordenação.
Por fim, a instituição lembra que, devido à grande extensão territorial da região, equipes frequentemente se deslocam para municípios vizinhos, como Juara, Cotriguaçu, Porto dos Gaúchos e Guariba. Isso pode ocasionar demora em atendimentos locais, já que muitas vezes os profissionais passam até 12 horas em deslocamento.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Juína registrou, na última semana, uma série de atendimentos que vão muito além de casos de óbito. O trabalho da instituição abrange desde exames de constatação de violência sexual, perícias em entorpecentes, exames de lesão corporal até acidentes de trabalho e crimes graves.
De acordo com a equipe, os peritos atenderam diferentes ocorrências, entre elas casos de violência doméstica amparados pela Lei Maria da Penha, perícia em arma de fogo em Juara, acidente de trabalho com vítima fatal em Porto dos Gaúchos e ainda uma perícia em aeronave suspeita de transporte de entorpecentes. Também foi registrado o recebimento de um corpo de Cotriguaçu, com suspeita de morte natural.
A instituição reforça que mortes naturais, quando acompanhadas por médico e testemunhas, não necessitam de perícia e são liberadas mediante declaração médica. Contudo, quando há suspeita de crime, envenenamento ou quando o corpo está em decomposição sem identificação, a vítima é encaminhada à Politec.
Nos últimos anos, os serviços foram modernizados. Hoje, os exames de drogas ilícitas podem ser concluídos em poucas horas, graças a equipamentos de alta tecnologia adquiridos pelo Governo do Estado. Isso tem agilizado o trabalho da polícia e das investigações criminais.
A Politec também é acionada em casos de acidentes de trânsito, mesmo sem vítimas fatais, quando solicitado pela delegacia. Além disso, o número de perícias ligadas à violência doméstica tem crescido. Tanto vítimas quanto agressores passam por exames de corpo de delito.
Em relação aos atendimentos mais complexos, a equipe ressalta que casos envolvendo crianças são os mais sensíveis do ponto de vista emocional. “São situações que exigem muito da equipe, mas sempre buscamos chegar a um resultado satisfatório por meio do trabalho conjunto de necropsistas, médicos legistas, peritos e papiloscopistas”, destacou a coordenação.
Por fim, a instituição lembra que, devido à grande extensão territorial da região, equipes frequentemente se deslocam para municípios vizinhos, como Juara, Cotriguaçu, Porto dos Gaúchos e Guariba. Isso pode ocasionar demora em atendimentos locais, já que muitas vezes os profissionais passam até 12 horas em deslocamento.
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