Um homem foi preso após enviar um vídeo íntimo para a própria filha, de 16 anos, em um caso que chocou a comunidade local. O suspeito, cuja identidade não foi revelada para preservar a vítima, alegou em depoimento que teria encaminhado o conteúdo “por engano”, versão que agora é investigada pela Polícia Civil.
Segundo informações preliminares, a adolescente recebeu o arquivo em seu celular durante a semana. Surpresa e assustada com a situação, ela comunicou imediatamente a familiares, que acionaram o Conselho Tutelar e a Polícia Militar. O homem foi localizado ainda no mesmo dia e conduzido à delegacia, onde foi autuado em flagrante.
Durante o interrogatório, o suspeito afirmou que o vídeo teria sido gravado para uso pessoal e que, ao tentar compartilhá-lo com outra pessoa, acabou enviando para o número da filha por engano. A justificativa, no entanto, não convenceu as autoridades.
“Estamos investigando se o envio foi realmente acidental ou se há indícios de comportamento criminoso e intencional”, declarou um policial responsável pelo caso.
Os aparelhos eletrônicos do suspeito foram apreendidos e passarão por perícia, a fim de identificar a origem do vídeo, possíveis outros conteúdos de caráter ilícito e se houve mais compartilhamentos. A adolescente também será ouvida em depoimento especial, com acompanhamento psicológico, para evitar maiores traumas.
Se comprovada a intenção, o homem poderá responder por:
Crime contra a dignidade sexual de vulnerável (artigo 218-C do Código Penal);
Importunação sexual (artigo 215-A);
Compartilhamento de material de conteúdo impróprio com menor de idade, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
As penas podem variar de 1 a 8 anos de reclusão, podendo ser agravadas pelo vínculo familiar e pela idade da vítima.
A jovem está sob acompanhamento psicológico e medidas de proteção foram acionadas pelo Conselho Tutelar. “Nossa prioridade é garantir o bem-estar emocional da adolescente e assegurar que ela esteja amparada nesse momento delicado”, informou uma conselheira.
O caso causou forte repercussão na comunidade, levantando debates sobre responsabilidade digital, proteção de menores e a importância da denúncia em situações de violência ou assédio. A polícia reforçou que qualquer suspeita de abuso deve ser imediatamente comunicada por meio dos canais oficiais, como o Disque 100 ou diretamente às autoridades locais.
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