Juína (MT) – A defesa dos policiais militares investigados por envolvimento no assalto à agência do Sicredi em Brasnorte ingressou com pedido de ocultação processual na 11ª Vara Especializada em Justiça Militar, citando a “intensa repercussão pública” como motivo central.
Advogados argumentam que o elevado interesse da imprensa e o grande foco público sobre o caso podem interferir na condução imparcial do julgamento. O pedido de sigilo visa também preservar o correto andamento da coleta de provas, evitar distorções na percepção pública e resguardar a imagem dos militares, que negam envolvimento no crime.
No dia 31 de julho de 2025, por volta das 14h, quatro criminosos atacaram a agência do Sicredi em Brasnorte, fizeram reféns e seguiram em fuga em direção a Juína, liberando dois reféns durante o percurso. O valor roubado não foi divulgado pelas autoridades.
A Força Tática de Juína, juntamente com viaturas de Juara, Brasnorte, Campo Novo do Parecis e o 7º Comando Regional, participaram da mobilização. Além disso, atuaram nesta operação o BOPE, o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer) por meio de aeronave, bem como equipes da Força Tática de Sinop e Alta Floresta.
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