Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara da Comarca de Juara, além do afastamento imediato das funções dos investigados e a quebra do sigilo bancário de sete pessoas envolvidas no caso.
Segundo as investigações, policiais penais teriam utilizado o cargo público para obter vantagens financeiras ilícitas, enquanto advogados locais atuariam como intermediadores, recebendo e lavando os valores desviados. O esquema, conforme apontado pelo GAECO, seria praticado há meses e teria movimentado valores significativos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção passiva, concussão, peculato e lavagem de dinheiro. A operação foi nomeada “Arinos Sujo” em referência ao rio Arinos, que corta a região de Juara, onde os crimes teriam sido cometidos.
A ação reforça o compromisso das autoridades em combater a corrupção e a impunidade dentro do serviço público, especialmente no sistema penitenciário estadual. O caso segue sob investigação, e novas fases da operação não estão descartadas.
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