Nesta quinta-feira, dia 1º de maio, os professores e funcionários técnico-administrativos do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) campus Juína decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A suspensão das atividades visa pressionar por melhorias salariais e um aumento na verba orçamentária dos institutos, atribuições que cabem ao Governo Federal.
A greve não se restringe apenas ao campus de Juína. Professores e funcionários de quase 300 campi dos institutos federais em todo o país também aderiram à paralisação, que teve início em 3 de abril na maioria das unidades e segue sem previsão para retorno às atividades normais.
A mesa permanente de negociação entre o IFMT e o Ministério da Educação (MEC) enviou um ofício convocando o órgão educacional governamental para uma reunião de negociação no dia 10 de abril. Entretanto, os pedidos não foram acatados e a greve prosseguiu.
O Ministério da Gestão informou que, em 2023, foi viabilizado um reajuste linear de 9% nos salários dos servidores e de 43,6% no auxílio-alimentação. Segundo a pasta, este foi o primeiro acordo firmado com as categorias nos últimos 8 anos.
Enquanto perdurar a greve, os estudantes do IFMT em Juína e em todo o país podem ser afetados pela suspensão das atividades. A luta dos professores e funcionários técnico-administrativos ressalta a importância do diálogo e da valorização da educação no Brasil.
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