O balanço do 2º trimestre, da Petrobrás mostra que o PT não aprendeu nada e vai repetir na empresa, a mesma devastadora gestão ocorrida sob o governo Dilma Roussef, que quase levou a petrolífera á bancarrota. Os erros de gestão são iguais aos erros do passado. Por enquanto ainda não assistimos aos escândalos de corrupção daquele período. Por enquanto. A atual diretoria já opera com os preços artificialmente baixos, a previsão para os investimentos é muito alta e, claro a empresa adotou o mesmo e nefasto aparelhamento político daqueles tempos. Não se sabe por que o partido iria mudar se no passado a empresa foi gerencialmente devastada, muito roubada e os poucos punidos, após acordo com a justiça, estão todos soltos.. Entre 2010 e 2014, a Presidente Dilma forçou a empresa a reduzir artificialmente o preço dos combustíveis, para escamotear e inflação. Para o partido, deu certo, tanto que Dilma se reelegeu. Mas, a devastação nas contas foi oceânica e a empresa acumulou um rombo e 240 bilhões de reais. Suas ações caíram de 40 reais para 6 reais.
Foi a maior destruição de valor da história econômica do Brasil. Fingindo esquecer o passado, a gestão atual já disse a que veio. No balanço do segundo trimestre deste ano, o faturamento caiu 33%, o lucro líquido despencou 47%, a dívida aumentou 8,2% e os dividendos desabaram 83%. O palavrório do Presidente, Jean Paul Prates tem o DNA do partido. Disse ele; “o desempenho foi consistente, a rentabilidade foi mantida de maneira sustentável, com total atenção ás pessoas” Deve estar se referindo á reunião do Conselho que estuda nomear 11 pessoas, para assessorar os conselheiros, com salários e 90.000 cada uma. Por enquanto, o balanço da empresa confirma péssima gestão, o que não é novidade. Ao final do mandato, a chegada do camburão da Policia Federal também não será novidade.
Vicente Lino.