O Presidente Lula recebeu Nicolás Maduro, Presidente da Venezuela, com honras de chefe de estado. Aproveitou para afirmar que a democracia da Venezuela é relativa depois de, no passado, ter afirmado que na Venezuela tem democracia demais. Ainda assim, a recompensa de 15 milhões de dólares, pela captura de Nicolas Maduro segue ativa nos Estados Unidos. Dois de seus apoiadores continuam com a cabeça a prêmio; Diodado Cabello, número dois do chavismo e Tareck El Aissami, vice-presidente do regime de Maduro. Eles são acusados de tráfico internacional de drogas e estão na lista do Departamento de Estado americano, desde 2020. Apesar das intrincadas dificuldades causadas por apoiadores de Maduro, em outros países, nos últimos três anos, o Departamento de Estado americano tem obtido êxito na captura dos criminosos. Está preso, o major aposentado do exército venezuelano, Clíver Alcalá.
A Espanha acaba de extraditar Hugo Carvajal que, em solo americano será julgado pelo envolvimento com o narcotráfico. Também, foram processados por corrupção nos tribunais dos Estados Unidos os ex-tesoureiros do regime chavista Alejandro Andrade, Claudia Díaz Guillén e Adrián Velásquez Figueroa. Além deles, os EUA processaram o empresário colombiano Alex Saab, defendido pelo regime de Maduro como um “diplomata da Venezuela”. Há esperança, quando parte dos narcotraficantes que ajudam Maduro saquear o país são presos. Na Venezuela, o terror continua e resulta em falta de emprego e de recursos básicos para a sobrevivência. A irresponsabilidade de Lula, ao receber Maduro, não impede a situação de miséria, fome, agravamento de doenças e violência, que acomete aquele povo.
Vicente Lino.