Reportagem da Revista Oeste dá conta de que o MST continua com suas ações criminosas, sem ser incomodado por ninguém. A promessa de promover o que o que eles chamam de “Abril Vermelho”, com invasões de terras espalhadas pelo Brasil tem sido cumprida. A grande imprensa não critica, o congresso pouco se manifesta, as autoridades não tomam providência, os movimentos de esquerda aplaudem e os produtores rurais continuam o seu calvário. Não há defensivo agrícola que consiga impedir a propagação dessa praga. Vale lembrar, que Lula já nos ameaçou afirmando que chamaria o exército do Stédile, referindo-se ao chefão do MST.
Recentemente o movimento recebeu a visita do então ministro Ricardo Lewandoski e o chefão do MST, João Pedro Stédile acompanhou o presidente da República, em viagem á China. Não se sabe se essas ações estimulam os criminosos, mas até a tarde de segunda-feira, foram registradas invasões no Distrito Federal e em ao menos sete Estados: Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Espírito Santo, Ceará, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte. Duzentas famílias invadiram uma fazenda da empresa Suzano, em Aracruz, litoral do Espírito Santo, 600 famílias do invadiram uma área de preservação ambiental da Embrapa, estatal do governo federal.
Em Belo Horizonte, 450 integrantes do MST invadiram a sede INCRA. A superintendência do INCRA em Porto Alegre também foi invadida. Até 2ª feira ambas ainda estavam sob domínio do MST. A sede do INCRA foi invadida em cinco em Santa Catarina, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. O MST exige cargos e privilégios nos escalões do governo, ou continua infernizando a vida do produtor rural e de toda sociedade. O movimento comete crimes e continua solto. Igual ao governo que o protege.
Vicente Lino.