Não é novidade pra ninguém que a moçada do MST pressiona o governo para obter cargos privilégios na máquina pública. Pra isso, se valem das invasões, com a irresponsabilidade e violência que, já bastante conhecidas. Nesta semana, o movimento invadiu terras do Engenho Cumbe, em Pernambuco, dando início à "Jornada Nacional do Abril Vermelho". Em apenas 3 meses, foram registradas 35 invasões em 7 estados. Agora, parece que a coisa começa a funcionar.
Tanto que, o ex-deputado Edegar Pretto (RS), foi emplacado presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Depois, o cumpanheiro, Milton José Fornazieri foi nomeado para a Secretaria de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania. Ele vai coordenar um orçamento de R$ 1,5 bilhão previsto para 2023. Daqui a pouco, será nomeada, a coordenadora nacional do MST, Keli Mafort, para a Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas da Presidência da República. Pra fechar o cerco, também, no Congresso, o PT indicou o deputado federal Valmir Assunção, que, no passado, participou de ocupação de terras, no interior da Bahia, para a vice-liderança do partido na Câmara.
A gente não sabe se o MST quer mais cargos, ou vai repetir o que sempre andou fazendo desde sempre. Em 2001, foram 14 assassinatos no campo e em 2002, foram 20 mortes ligadas a conflitos fundiários. Em 2003, no primeiro ano do Governo Lula, foram registradas 171 invasões e pelo menos 18 assassinatos resultantes de conflitos agrários, conforme dados do então Ministério do Desenvolvimento Agrário. As 35 invasões de agora, em apenas 3 meses, apontam para um cenário que preocupa a sociedade e, principalmente o produtor rural Pelo silencio, parece que as autoridades não estão preocupadas. Ou apoiam mais esse desrespeito.
Vicente Lino