Como se sabe, o ministro Alexandre de Moraes não aceitou o processo apresentado pelo PL, com o relatório técnico, elaborado por engenheiros do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Os técnicos apontam problemas nas urnas eletrônicas anteriores a 2020 e pede a anulação dos votos registrados nesses equipamentos no segundo turno. Moraes e seus pares há muito têm ignorado a Constituição e agido como donos possessivos do país, bem como do processo eleitoral. Também, o relatório do Ministério da Defesa não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Os relatórios foram ignorados No
dia 11/11, os comandantes das três forças armadas emitiram a seguinte nota: “Como forma essencial para o restabelecimento e a manutenção da paz social, cabe às autoridades da República, instituídas pelo Povo, o exercício do poder que ‘Dele’ emana, a imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas da população, bem como a estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências, nos termos da Constituição Federal e da legislação”. Como se vê, o TSE não está interessado no restabelecimento nem na manutenção da paz social. Muito menos, na imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas. E, menos ainda, na estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências.
O Congresso, com raras exceções está de joelhos e conivente com os absurdos. A sociedade permanece nas ruas, mas nunca é ouvida. Mais que passou da hora do povo fazer emanar o poder que a constituição lhe confere e exigir o respeito que as instituições estão negando. Vale repetir: Todo Poder Emana do Povo. Infelizmente, no caso brasileiro, se o STF deixar.
Vicente Lino.