.Nenhuma novidade. Nada de novo no comportamento do novo/velho PT. A equipe de transição de Lula apresentou na quinta-feira uma proposta para furar o teto de gastos logo no início do novo governo para poder acomodar no orçamento as promessas da campanha. Para essa excrescência negocia-se a aprovação de tal “Pec da Transição”. A coisa está sendo discutida com os Presidentes da Câmara, do Senado e a Comissão Mista do Orçamento. Daqui a pouco a gente fica sabendo o que pensa essa gente sobre responsabilidade fiscal. O que antes a imprensa chamava pejorativamente de orçamento secreto, agora virou emenda de relator.
Nunca ouviremos falar em redução das despesas de governo. Ao contrário foi prometido um substancial aumento na quantidade de ministérios. Está no DNA do PT. Afinal, o partido inchou a máquina pública com 39 ministérios para acomodar os parasitas de sempre. Claro, que as despesas com salários e mordomias dessa gente toda, caem no colo do Brasil inteiro. Lula e Dilma chegaram a admitir 355% mais servidores do que o governo anterior. Entre 1995 e 2002 Fernando Henrique admitiu 5l. 613 servidores. Lula e Dilma admitiram 234.988. O governo atual diminuiu em 44 mil o número de funcionários. Nada mal.
Afinal, entre 74 países, o Brasil é o sétimo país do mundo que mais gasta com funcionalismo. Gastamos praticamente 13% do nosso PIB, para pagar os salários dos servidores públicos, enquanto os Estados Unidos gastam 9,5% e a média da União Europeia é 9,9%. Eles não se importam com nada isso. Enquanto gastam mais nós pagamos cada vez mais impostos. Falamos agora, porque não sabemos até quando será permitido reclamar.
Vicente LIno.