Finalmente, assistimos manifestações de entidades da sociedade contra o arbítrio do STF. A gente vem lembrando por aqui, que o poder emana do povo e é este povo que deve determinar os destinos da nação, por meio de seus representantes eleitos. Tudo bem contrário ao que se observa nas ações das altas cortes no Brasil. As coisas começam a andar. Tanto que a Carta pela democracia, lançada por um grupo de advogados, acaba de bater mais de 1 milhão de assinaturas. Chamado de “Manifesto à Nação Brasileira - Defesa das Liberdades”, o abaixo-assinado virtual foi lançado no dia 28 de julho.
A iniciativa faz frente à chamada “Carta da USP” – manifesto encabeçado pela Universidade de São Paulo que citava preocupação com os ataques contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e as urnas eletrônicas. Isso, claro, lá na cabeça deles, como se as urnas e o TSE merecessem alguma confiança. Reportagem da Gazeta do Povo dá conta de que o documento defende a democracia e as liberdades individuais, principalmente a liberdade de expressão. A carta afirma que sem liberdade não há democracia, sem justiça não há liberdade, sem honra não há respeito, sem dever não há ordem e progresso, sem piedade não há amor e humildade e sem esperança iremos sucumbir.
A questão é que, quando mais de 1 milhão de brasileiros buscam posicionar-se perante a sociedade com opiniões acerca de temas importantes para a nação, sofrem ataques infundados por pessoas que não respeitam opiniões diferentes. A Acarta pela Democracia conclui que, as convicções dos brasileiros sobre DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA E LIBERDADE em nada ofendem quem quer que seja. E que A sociedade tem que se manter unida, para defender as LIBERDADES, porque SEM LIBERDADE NÃO HÁ DEMOCRACIA. As cortes superiores da justiça brasileira devem corrigir seus rumos. Ainda dá tempo.
Vicente Lino.