Nos últimos, a gente tem assistido grupos e entidades, se dando o direito de ser a verdade única. Começaram com o tal inquérito das fake News, depois mudado para inquérito das milícias digitais. A arrogância dessa gente os faz pensar que verdade é o que eles, e somente eles, entendem ser verdade. E a coisa só piora. Agora o glorioso STF acaba de firmar parcerias com alguns donos da verdade, segundo eles, para combater desinformação. O ministro Luiz Fux., afirmou que o programa prevê “coibir apologia ao ódio nacional, racial ou religioso que constitua incitação à discriminação, à hostilidade, ao crime ou à violência”. Seja lá o que esse palavrório todo queira dizer.
A ideia tem parceria com uma tal Rede Nacional de Combate à Desinformação. Eles afirmam ter “uma atuação voltada para a informação de qualidade”, com “princípios éticos voltados para o bem da coletividade brasileira.”. Depois, vem a entidade, Brasil de Fato Pernambuco, cuja editora Monyse Ravenna é ligada ao MST. Outro parceiro do STF é o Instituto Vero, que tem o militante de esquerda, Felipe Neto, como cofundador. Entre outros, é esta moçada que vai bisbilhotar as redes sociais e definir o que é verdade. A isenção e a imparcialidade, desses parceiros do STF, estão nas afirmações de Ivone Rocha, gestora de uma das entidades parceiras. Referindo-se a Bolsonaro, ela afirmou que é “Impossível pensar que alguém, que raciocine direito, possa pensar em reeleger esse sujeito”. Depois ela perguntou: “Para quê terceira via? Precisamos primeiro eliminar esse mal que assola o Brasil. Depois a gente segue cada um para o seu lado”. é onde estamos. A gente não acredita, mas o supremo afirmou que o programa é apartidário e não envolve nenhum tipo de discussão a respeito de correntes políticas. Impossível botar fé.
Vicente Lino.