A pandemia da Covid-19, desde o seu início, nunca demonstrou clareza e transparência que a sociedade exige, em momentos tão aflitivos como estes. Ainda hoje se discute se a doença é de origem animal ou escapou de uma experiência, feita no laboratório em Wuhan, na China. Enfrentamos agora, a falta de transparência com que são tratadas as questões referentes aos efeitos colaterais das vacinas. Ficou proibido trazer para o debate assunto tão sensível, sério, e por isso mesmo, necessário. Agora, abrimos janelas para entrar o ar. Temos uma ação civil pública na Justiça de Uberlândia, que pode definir a segurança das vacinas de Covid-19 e desnudar os seus efeitos adversos.
O procurador da República, Cleber Neves, solicita que a Anvisa e os fabricantes de vacinas sejam obrigados a divulgar a lista de efeitos adversos graves já relatados por pessoas que se vacinaram e passaram mal após aplicação das vacinas de Covid-19, bem como a descrição dos problemas de saúde. As mortes e mesmo as sequelas graves precisam ser investigadas, jamais escondidas da população. A bolha do lobby da vacina não pode atacar os médicos que atendem pacientes com graves sequelas e denunciam o mal. O Procurador pede, também, que a indústria farmacêutica seja obrigada a criar um fundo de amparo a vítimas das vacinas no valor de R$ 500 milhões e mantenham equipes no Brasil por dez anos. Vamos ver se a justiça acatará os pedidos do representante da sociedade.
A Anvisa, Ministério da Saúde e fabricantes das vacinas de Covid-19 já foram intimados a se pronunciar. A verdade é que nunca fomos informados sobre os riscos das vacinas. Lá atrás, absurdamente, a Pfizer afirmou que não fecharia negócios com o Ministério da Saúde se o governo brasileiro não aceitasse assumir a responsabilidade por eventuais efeitos colaterais. A sociedade quer saber quem se responsabilizará pelas graves sequelas e mortes já, comprovadamente, ocorridas por conta das vacinas. Está na hora de a justiça mostrar a que veio.
Vicente Lino.