Em entrevista ao Programa “Direto ao Ponto” da, Jovem Pan, o ministro Paulo Guedes, enfatizou reiteradas vezes, a necessidade de mais liberdade econômica, de abertura comercial e de privatizações, dentre outras questões necessárias à aceleração do crescimento brasileiro. O noticiário recente corrobora a fala do ministro, quando aponta que o Brasil não vai nada bem, embora tenha aprovado a Lei da Liberdade Econômica em 2019. Conforme pesquisa publicada pela Heritage Fundation, o Brasil subiu 10 pontos, mas ainda ostenta a 133ª posição entre 177 países avaliados. De acordo com o estudo, após a aprovação da lei, o Brasil melhorou em alguns quesitos, tais como liberdade monetária, liberdade de negócios, eficácia judicial e liberdade de trabalho.
Mas, pioramos em carga tributária, liberdade comercial, liberdade de investimento, gastos públicos e integridade de governo. No quesito sobre a saúde fiscal, estamos entre os piores países do mundo, o que reforça a urgente necessidade de reformas. Precisamos fazer um corte nos privilégios, pela reforma administrativa e aprovar o Projeto de Lei que põe fim aos supersalários. Suas excelências costumam chamar estes privilégios de “direitos adquiridos”, e, por isso mesmo, o Congresso não se mexe. Há, também, um desafio de levar a liberdade econômica para todos estados e municípios. Nesse aspecto, Minas Gerais está liderando: é o estado que tem o maior número de atividades econômicas classificadas como baixo risco, que dispensam qualquer tipo de alvará, licença ou autorização.
Coisa que os outros estados deveriam imitar. Como se sabe, é a liberdade econômica que alavanca o desenvolvimento mundo afora e não a burocracia e a irresponsabilidade com as contas públicas. Essas somente condenam o povo à pobreza. Excluídos os congressistas e os parasitas de sempre, claro.
Vicente Lino.