Excelente artigo da jornalista Madeleine Lacsko, na Gazeta do povo, mostra como o Brasil é eficiente para tirar renda dos mais pobres e transferir para os mais ricos. Segundo ela, nem Deputado ganhou mais benefícios, na pandemia do que a moçada agarrada nas carreiras jurídicas no Judiciário, no MP e na Defensoria. É uma moçada que nunca se aquieta, a ponto de estar agora pedindo ainda mais aumento, porque, lá na cabeça deles estão trabalhando demais. Durante a pandemia, vimos as listas de quem recebeu salários de mais de 100 mil, todo santo mês, na casta da casta do judiciário. Essa dinheirama toda é transferida dos impostos que os pobres pagam para os bolsos dessa gente. E olha que os serviços que prestam são de péssima qualidade! E a coisa continua cada vez mais absurda.
Somente o vale-refeição dos desembargadores do Tribunal de Justiça do Amapá é de R$ 3.500,00. É isto mesmo! 3.500,00 de vale-refeição! O que essa gente come? O brasileiro comum vai ficar mais espantado ainda, quando souber que os juízes do Tribunal de Justiça de Pernambuco conseguiram um aumento de 46% no último mês de junho, em plena pandemia. Falta espaço pra contar tudo, mas teve uma juíza que ganhou 100.000,00 de auxilio mudança porque mudou de um estado pro outro, um desembargador do Rio de Janeiro recebeu R$ 72.400,00 de indenização de transporte e um desembargador de Goiás teve uma conta de celular, paga por nós, no valor de R$ 17.300,00. Pra onde este cara ligou, a gente nunca vai saber. Tem pior ainda; no Amapá, um desembargador recebeu R$ 163.000,00 de auxílio-refeição e no Maranhão, pagamos R$ 334.000,00 de auxílio saúde para uma desembargadora.
É difícil acreditar que aqueles que operam leis, capazes de demonstrar tamanha ganância têm os princípios, a ética e a moral necessárias para proferir sentença contra alguém!
Vicente Lino.