Neste último comentário de 2021, por falta de espaço, talvez nem seja o caso de retrospectiva, mas de algumas lembranças compartilhadas com nossa audiência, a quem somos agradecidos e, principalmente, respeitamos muito. Em março, falamos aqui sobre a necessidade de recursos em face da destruição causada pela pandemia, ao mesmo tempo que cobramos, os 3 bilhões que políticos estavam destinando ao famigerado Fundo Eleitoral. Como se sabe, não deu em nada e, agora, suas excelências o aumentaram para escandalosos 4,9 bilhões. Pouco depois acusamos os interesses escusos de nossos políticos que desviavam recursos públicos. O que se viu foi a PF batendo na porta de alguns deles, como sempre ocorre, principalmente quando há dispensa de licitação para compras.
O STF esteve em vários comentários, muito principalmente por seu ativismo judicial, sua intromissão em outros poderes e sua insistente mania de desrespeitar a Constituição. Logo ele que deveria ser o primeiro a defende-la. Infelizmente nada mudou e o brasileiro não sabe o que poderá ocorrer, no futuro próximo se perdurar este estado de coisas. Quando da votação do projeto que previa o voto auditável, assistimos o Ministro Barroso atravessando a praça e operando para substituição de membros da Mesa, favoráveis, por outros contrários ao voto auditável. Quem sabe, um dia a gente fica sabendo o motivo.
Os que nos acompanham, sabem da nossa intransigente defesa das liberdades. Acreditamos, com toda nossa fé, que a liberdade é o nosso maior bem e por ela devemos lutar até o limite das nossas forças. Devo concluir, agradecendo aos amigos, ouvintes e anunciantes da Metrô, que nos honraram, acompanhando nossos comentários, bem como, aos diretores e demais colaboradores da emissora desejando a todos um extraordinário 2022, com muita saúde, paz e harmonia. Muito obrigado a todos e Feliz Ano Novo.
Vicente Lino