O Colunista J.R. Guzzo, advertiu, em sua coluna, na Gazeta do Povo, sobre o cuidado do que vamos dizer. Agora, ou você é do bem, atacando o governo, ou é do mal defendendo-o.
Ele começa perguntando e respondendo: "Cabe na cabeça de alguém que uma substância química, por exemplo, ou um tipo de veículo sobre duas rodas possam se tornar questões de vida ou morte para determinar o que é politicamente certo ou errado, ético ou imoral, bom ou ruim? Não, não é — não pela lógica comum". O texto mostra a qualificação das pessoas que operam tema tão importante como uma Comissão Parlamentar de Inquérito, confrontando as duas coisas. Os operadores e suas folhas corridas. Guzzo, questiona: "Se uma “CPI” como essa da covid pode ter esse relator que está aí (para não falar do presidente, que foi investigado por corrupção pesada e teve a própria mulher e três irmãos presos pelo mesmo motivo), por que haveria problema com qualquer outra coisa?" O que temos é a divisão de parte dos brasileiros, com a colaboração de parte da imprensa, em duas agremiações distintas; uma operando junto aos anjos e com todas as benções divinas, representada pelos adeptos de Lula e sua gangue. E a outra representada por Bolsonaro - ou "fascista", genocida"," homofóbico", e não se sabe, mais o que -, pelo menos é o que parte da imprensa repete diuturnamente. Vale acompanhar o raciocínio do colunista da Gazeta do Povo, que revela, com clareza, a divisão que hoje se verifica na política, na imprensa, nos partidos e em tudo o mais, na vida dos brasileiros pagadores de impostos. O que recebe o carimbo de "esquerda", tornou-se o bem absoluto acolhido em parte da imprensa, da academia, em botecos frequentados por "intelectuais' e no mundinho da zona sul à beira-mar. Claro que parte da elite empresarial, do funcionalismo público, do judiciário e dos partidos de oposição bebem na mesma fonte, alem, claro, do circuito STF-OAB-MST-CNBB-PT-etc. A coisa ficou assim: Se Bolsonaro está a favor, deve ser coisa ruim. E tome críticas, ainda que absurdas e perfeitamente desconectadas da realidade. é o que temos; o homem fala bem da cloroquina, o mundo desaba, anda de moto, cai uma tempestade, fala em voto impresso, vem um vendaval. Ja vimos o confronto em esquerda e direita menos provinciano, menos desinteligente e menos covarde. Os que querem, de verdade, um confronto pautado por bons projetos de futuro, respeito ao eleitor, compromissos que possam ser cumpridos e algum alento de inteligência, talvez tenham que esperar mais um pouco. Ou muito mais.
Vicente Lino.