O presidente francês Emanuelle Macron, tem disparado torpedos contra o Brasil dia e noite. O mote de sempre é a Amazônia brasileira, o desrespeito ao meio ambiente, isso lá na cabeça dele, e a culpa do governo brasileiro, pelas queimadas. Macron chegou a pedir uma intervenção internacional na Amazônia, além de cobrar ações dos demais países da Europa contra o Brasil. Entretanto, um olhar mais atento sobre esse falatório, mostra que a birra da França é contra o nosso agronegócio. Como se sabe, a área plantada de soja e todos os seus conexos, na França é de 1 milhão de hectares, enquanto por aqui, plantamos 15 milhões de hectares, só de soja.
Sem condições de competir com uma agricultura moderna e de altíssima produtividade como a nossa, o governo francês tem que subsidiar os seus agricultores. Emanulle Macron acaba de despejar mais de 100 milhões de euros em subsídios aos agricultores franceses. O objetivo é político e, eles não serão competitivos, mesmo com todo esse subsídio. Daí, basta continuar afirmando que estamos queimando a Amazônia. No livro “Economia e Organização da Agricultura Brasileira”, indicado pelo reconhecido Insper – Instituto de Ensino e Pesquisa, autor Fabio Chaddad escreve o seguinte:
“O Brasil é uma experiência de sucesso infelizmente ainda pouco reconhecida no país e desconhecida no resto do mundo. “O Brasil se tornou uma potência no agronegócio mundial, com ganhos de produtividade total superior a 3% ao ano, quase o dobro dos EUA e o triplo do mundo. Isso colocou o Brasil entre os cinco maiores produtores de 36 commodities de origem agropecuária “A gente poderia recomendar o livro, ao presidente francês e, também, para uma parte da nossa imprensa que, não se sabe porque, concorda com ele.
Vicente Lino.