Os poucos amigos que acompanham esses comentários, são testemunhas de que, apesar dos pesares, temos sido otimistas, em relação à nossa recuperação econômica. Felizmente estou repetindo comentários anteriores. A leitura das seções de economia de alguns jornais comprovam nosso, ainda pequeno, entusiasmo. A economia brasileira apresenta sinais consistentes de recuperação e diversos setores voltaram a registrar crescimento. A gente cobra todo santo dia, a necessidade de que, também, nossa classe política apresente alguma recuperação, mas isso tem sido em vão. Com um pouco mais de boa vontade, já teríamos aprovadas as reformas tributária e política, mas aí, talvez seja pedir demais.
Ainda assim, estamos crescendo nas áreas como, agronegócio, mercado imobiliário, varejo, comércio eletrônico, indústria automotiva e bolsa de valores, conforme noticiou a REVISTA OESTE. Além do que, o Produto Interno Bruto do país avançou 7,7% no terceiro trimestre de 2020, ante uma queda de 9% no segundo trimestre, indicando uma retomada mais rápida e robusta do que se imaginava. Além disso, vamos colher quase 270 milhões de toneladas de grãos e o mercado imobiliário nos surpreendeu com lucro de 721 milhões no terceiro trimestre. E estamos a caminho para zerar as os empregos perdidos por conta da pandemia, com quase 400 mil novas vagas com carteira assinada. Nada mal para um Brasil que enfrenta infernal burocracia e continua hostil ao empreendedorismo.
Resta torcer para que a classe política trabalhe a favor do Brasil, enxergue nossas realidades e saia pra fora da bolha em que sempre viveu.
Vicente Lino.