Acaba de sair a segunda edição do Índice de Retorno ao Bem-Estar da Sociedade. É um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, que avalia como os estados utilizam a arrecadação de impostos para promover o bem-estar da população. Vale dar uma olhada neste ranking; ele mostra os melhores e os piores estados brasileiros na utilização dos escorchantes impostos que somos obrigados a pagar. A pesquisa utiliza dados de 2021 e a gente fica sabendo, por exemplo, que o Distrito Federal e o estado de São Paulo lideram o ranking dos Estados que aplicam bem os impostos. Para não variar nada as regiões Norte e do Nordeste, são as que enfrentam mais dificuldades em aplicar adequadamente os recursos arrecadados. Entre os estados com pior desempenho estão Bahia, Piauí, Roraima, Rondônia e Amazonas. Esses estados enfrentam uma menor capacidade de aplicar os recursos arrecadados de forma a melhorar o bem-estar social, o que reflete em indicadores mais baixos de qualidade de vida para a população.
Bem; a gente primeiro presta atenção nos partidos que governam esses Estados. Depois vale lembrar que fatores como corrupção, falta de capacitação dos gestores públicos, e problemas na execução de políticas públicas podem levar a uma utilização ineficiente dos recursos. Isso significa que mesmo que os recursos sejam enviados, eles não chegam ou não são aplicados da forma mais eficaz para beneficiar a população, o que não é novidade. Os seis primeiros colocados no ranking são; Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Paraná: e Minas Gerais. Vale torcer para que governantes do Norte e Nordeste sem empenhem na solução dos desafios adicionais, como alta taxa de analfabetismo e falta de qualificação profissional. Seria virar a chave para o desenvolvimento e melhoria da saúde, educação e segurança dos moradores de seus Estados. Afinal, somos todos brasileiros. Agradecemos muito aos acompanham nossos comentários e desejamos a todos um Feliz Natal.
Vicente Lino.