Mas, alguns dados, agora divulgados, merecem destaque; a produção industrial cresceu 8% quando as expectativas eram de um crescimento 6%. Mais: Na fabricação de bens duráveis houve aumento de extraordinários 42%, de acordo com a Revista Oeste, onde fui buscar estes dados. Como se sabe, o debate que perpassa parte da sociedade tenta dividir as opiniões entre a vida e a economia, como se fosse possível tornar essas duas questões excludentes. Sem produzir como viver? Sem os cuidados com a pandemia, como trabalhar? Parece que estamos encontrando o bom termo entre essas duas questões com a abertura parcial de algumas atividades resguardando, claro, todos os protocolos capazes de garantir o afastamento do contágio e a disseminação da doença. Há outros dados que são francamente animadores.
Conforme a Revista Oeste. “Alguns segmentos registraram altas expressivas em comparação com o período em 2019. São os casos da linha branca (máquinas de lavar, geladeiras e fogões), com expansão de 28,7%. E os da chamada linha marrom (TV e som), com 27,3% e motocicletas (6,6%)”
Mais: As exportações brasileiras, que cresceram 6,6 bilhões de dólares Temos ainda o recorrente sucesso do agronegócio, a recuperação do setor imobiliário, além do avanço das negociações sobre concessões e privatizações. Taí., um comentário que não falou das agruras da nossa política e que tenta plantar a esperança de dias melhores para o Brasil que trabalha.
Vicente Lino.