O texto do jornalista, Carlos Andreazza, para o jornal “O Estado de S. Paulo”, expõe as dificuldades de operação da equipe econômica do governo Lula. Ao ignorar a Lei de Responsabilidade Fiscal, Lula se iguala ao descalabro do Governo Dilma III. De acordo com o jornal, “O Ministério do Planejamento entrou na clandestinidade. O aparelho está por cair. Seus técnicos conspiram contra as indexações-vinculações que agravam a subordinação do Brasil ao império do gastar o que não pode. E ameaçam difundir que grana não dá em árvore”. Claro que, observado o ocorrido no governo Dilma, ninguém poderia esperar nada diferente do time de Fernando Haddad. Ele que foi ministro da Educação de 2005 a 2012, nos governos Lula e Dilma, hoje comanda a economia. Depois de mirabolantes promessas, e com 150 bilhões arrancados, já no início do governo, agora o mundo real se impõe. Referindo-se a atuação da Ministra do Planejamento, Simone Tebet, o jornal afirma o que já se percebia. A ministra tem paradeiro desconhecido, por ter exposto a saturação do modelo de Fernando Haddad. A gente já sabe que o modelo Haddad significa a busca permanente do aumento da arrecadação por meio do aumento de impostos.
O ministro e sua equipe, em hipótese alguma, atentam para a necessidade do corte de gastos. Ainda de acordo com o jornal, “O arcabouço fiscal aquele cujo presunto finalmente se avista intoxica todo e qualquer marco de credibilidade”. O Brasil sabia que o partido repetiria os mesmos erros do governo Dilma Roussef. Afinal, o partido, os personagens e as ideias nunca mudaram. Por isso mesmo, a Lei de responsabilidade Fiscal hoje é letra morta. Morreu em nome de novo voo de galinha e foi enterrada como indigente. Eles nunca se importam. Afinal, calamidades como essas sempre são suportadas com novos aumentos de impostos.
Vicente Lino