O Grupo Prerrogativas reúne advogados alinhados ao Governo Lula. Em 2021 ofereceu um jantar ao então candidato com discursos arrepiantes. O advogado Antônio Claudio Mariz teve a coragem de afirmar que “se o crime já aconteceu, de que adianta punir,” E foi em frente, “que se puna, mas não se ache que a punição irá combater a corrupção” Outro advogado, Alberto Toron, se derramou ao candidato. “Lula é o símbolo mais elevado da justiça” O palavrório seguiu em defesa dos criminosos da Lava Jato, com expressões rastejantes e explicitamente desonestas. Felizmente há quem discorde. Em 2022, outro grupo com 1.143 advogados divulgou nota de repudio que rebatia os apoiadores de Lula. Segundo a nota, a advocacia brasileira não glamouriza o crime, o criminoso, a injustiça, a impunidade nem a corrupção. E que a maioria dos bons advogados prima pela correção de atitudes, pela ética, pela moralidade, respeito ás leis e á justiça. Recentemente, o Grupo Prerrogativas decidiu se pronunciar, desta vez, a favor do Supremo.
Afirmou que em tempos recentes, sob a ameaça de mobilizações extremistas, a ponto de se concretizarem em inegável tentativa de golpe de Estado, o STF vem usando dos meios possíveis para assegurar contenções voltadas a preservar elementos centrais do Estado Democrático de Direito. A gente não sabe aonde o Grupo Prerrogativas viu inegáveis tentativas de golpe. Ao contrário, seus advogados não deram um pio sobre as prisões ilegais, o desrespeito ao devido processo legal, o bloqueio ilegal de redes sociais e nem mesmo à morte de um brasileiro em prisão do Estado. Também finge não saber que a censura à liberdade de expressão viola diretamente o artigo 5º da Constituição. Por isso, a gente tem que repetir até o Grupo Prerrogativas aprender. Os bons advogados primam pela correção de atitudes, pela ética, pela moralidade, pelo respeito ás leis e á justiça.
Vicente Lino.