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Coluna/Opinião

Na celebração dos 200 anos da Constituição, Rodrigo Pacheco cala a voz de senadores.- Vicente Lino.

Data: Quarta-feira, 27/03/2024 11:44

Em artigo, para a Gazeta do Povo, o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança, celebra os 200 anos da Constituição de 1824, salientando sua real importância para o Brasil de ontem e de hoje. Não se sabe, se um dia a Constituição voltará a ser respeitada pelo Poder Judiciário, em especial pelo STF, mas é dever de cada brasileiro exibir firme propósito de se fazer respeitado, como determina a Magna Carta. Bragança lembrou que a Constituição de 1824 foi inovadora na separação de poderes e nos avanços de direitos fundamentais, pois garantia, entre outros vários direitos do homem e do cidadão, o direito à propriedade, à justiça independente, à liberdade de expressão, de imprensa, de opinião, de ir e vir, de defesa, de processo legal e de, pasmem, o direito de eleger e remover seus representantes. É um desalento constatar que, praticamente, todos esses direitos estão sendo aviltados, nos dias de hoje, principalmente pela Suprema Corte.

A toda hora assistimos decisões contrárias á liberdade de expressão e opinião, de imprensa e de defesa do devido processo legal. A nota triste da celebração ficou por conta do Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que, aliás, não falha nunca. Os Senadores Rogerio Marinho, líder da oposição no Senado e Eduardo Girão foram impedidos de discursar justamente na comemoração dos 200 anos daquela Casa de Leis. Pacheco entendeu que não deveria haver fala da oposição. Rogerio Marinho afirmou que os dois falariam sobre a família, o direito a propriedade e o direito ás leis, dentre outros.  E cobrariam reação do Senado diante dos avanços do Judiciário. Lamentavelmente foram calados pela incompetência, subserviência e covardia do Presidente do Senado Rodrigo Pacheco.

Vicente Lino.

Na celebração dos 200 anos da Constituição, Rodrigo Pacheco cala a voz de senadores.- Vicente Lino.